Prudentópolis registra o vergonhoso saldo negativo de -21 empregos em 2017

Essa, a cidade de Prudentópolis, no Centro Sul do Paraná.
Uma cidade de mais de 52 mil habitantes gerando o desastroso número negativo de -21 empregos com registro em carteira. Mas, cargos em comissão-confiança de apadrinhamentos políticos tem bastante na prefeitura.
Uma cidade aconchegante, hospitaleira, com um povo trabalhador, com belezas naturais e tudo o mais, mas um lugar, para falar a realidade, onde 4 ou 5 famílias e uma penca de políticos corruptos e hipócritas, (com raríssimas exceções), se perpetuam no poder através de negociatas criminosas, inclusive com alianças com grupos religiosos, fazendo rodízio nas cadeiras do executivo e do legislativo, agindo como se a Prefeitura e Câmara, os negócios públicos, o erário e o patrimônio do povo fossem suas empresas, os negócios da família.

Daí, muitas velhas novas promessas, inclusive de geração de emprego e renda, a mais recente a de que a cidade gerará muitos empregos com o turismo em face de uma obra duvidosa e cara no Salto São João, financiada pelo povo paranaense em mais de R$ 2,5 milhões.

O resultado de tanta politicaria nas cidades do interior do Brasil, como Prudentópolis, no Paraná, é a população sempre à mercê de empregos ruins, com salários e condições de trabalho péssimos, (quando tem empregos) o que leva as pessoas a nunca saírem da estaca zero. Sub-emprego e desemprego são duas das maiores aflições da população de cidades do interior como  Prudentópolis, quase sempre comandada por novos-velhos-coronés que ainda tem a cara de pau de posarem de 'religiosos', defensores e promotores da moral, dos bons costumes e cumpridores do dever, auto-declarando-se quase que 'santidades' a serem veneradas e jamais, Deus o livre, criticadas.

DADOS DO CAGED REVELAM A SITUAÇÃO PRECÁRIA DO DESENVOLVIMENTO DE PRUDENTÓPOLIS EM TERMOS DE GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA.

Comércio, serviços e construção civil foram os que mais empregaram, mas devido à crise e falta de incentivo e apoio do poder público local, demitiram muitos resultando em um saldo muito precário. O setor agropecuário, que deveria ser forte na cidade, registra saldo de -8 no ano de 2017.



As cidades de Imbituva e Guamiranga, pela inexpressividade em termos de desenvolvimento, nem aparecem na relação do CAGED DO MINISTÉRIO DO TRABALHO. É como se não existissem. 

Já Irati, que consegue ser pior que Prudentópolis, registra -100 empregos em 2017. 

Guarapuava, cidade ícone do Centro-Oeste, apresenta o saldo de apenas 10 empregos gerados em 2017. 

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